Recentemente estivemos em um evento com 12 mil pessoas interessadas em Marketing Digital. Na multidão de pessoas que passavam pelo stand, percebemos que muitos ainda não conseguiam entender a relação entre conceitos básicos de Marketing com aplicação de dados.

Não vejo problemas em voltarmos ao básico, te garanto que no fim vai fazer sentido.

 Taxas de Rejeição

Também conhecida como “bounce rate”, é basicamente uma métrica que analisa a quantidade de pessoas que saem do seu site, blog ou Landing Page, sem nenhum engajamento ou interação com a página. Nesse artigo bem bacana da Rock, eles explicam  e até fazem alguns benchmarks importantes para o mercado, conforme abaixo:

·       Varejo – 20 a 40%

·       Landing pages simples – 70 a 90%

·       Portais (exemplo: MSN, G1) – 10 a 30%

·       Sites de serviço/FAQ – 10 a 30%

·       Venda de serviços (geração de leads) – 30 a 50%

·       Sites de conteúdo – 40 a 60%

·       Blogs – 70 a 98%

O CTR de visitantes para Leads

Com o feedback de clientes e parceiros nesses 3 anos de Hariken, concluímos que uma excelente taxa de conversão de Visitantes para Leads é de aproximadamente 7%. Mas, sabemos que a média global é de 3%, então, qual a estratégia com os outros 93% que não converteram?

A maioria das pessoas quando questionadas sobre “O que você faz com o visitante que não vira Lead, espera voltar? “   A resposta muitas vezes era um silencioso e derrotado  “- Sim”.

Se você está nesse time do “Sim”, calma que tem solução para melhorar isso aí.

O funil de Marketing começa muito antes do Lead.

Falar de inbound marketing, sem mencionar as ferramentas de automação como HubSpot, RD Station, SharpSpring, MailerLite, Pipz é impossível. Contudo, todas essas ferramentas estão em uma etapa do funil posterior à conversão do visitante em lead. Sem o e-mail da pessoa você não consegue rodar a automação.

Se fôssemos então desenhar uma estratégia de marketing convencional o panorama seria mais ou menos o seguinte:

A importância dos dados anônimos – Cookies, Fingerprint.

Nem todos sabem, mas as tecnologias de rastreio como Cookies e Fingerprint têm aplicações comerciais essenciais para o Marketing que conhecemos hoje.

Como os tão famosos Retargeting e Remarketing.

A diferença entre o Retargeting e o Remarketing.

Uma simples análise dos termos em si já seria o suficiente – re-marketing é impactar todas as pessoas que já visitaram o site com anúncios com a mesma estratégia.

Parafraseando  um tiozinho conhecido:

Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.” Einsten, Albert

Já no “re-targeting” o visitante/lead é impactado de maneira diferente, a partir das suas ações, ou seja: demonstrações de interesse pelo seu produto/serviço!

As pessoas confundem aquele  Remarketing tradicional, que persegue as pessoas na internet custe o que custar e acaba por muitas vezes queimando a reputação de marcas, dinheiro de mídia, o que gera estratégias de over delivey, recompra de dados, etc.

Enfim, no final vira Spam 🙁

Se  todos pudessem fazer um retargeting propriamente dito, re-segmentando cada lead de acordo com suas interações de página, isso possibilitaria uma comunicação muito mais assertiva e inteligente.

Plataformas de Gestão de Dados – DMP (Data Management Platform)

Uma vez compreendida a possibilidade de trabalhar com os cookies e dados identificados dos usuários no funil do Marketing, as opções ficam infinitas.  

O uso de uma DMP quando aliado ao desafio de reter melhor seu visitante, traz todo um mindset processual de como o fluxo dos dados pode ajudar na sua estratégia Digital. Ou seja, ao invés de você “rezar pro visitante voltar”, você poderia fazer como a Hariken fez com você para chegar nesse artigo:

  1. Trabalhe a aquisição dos seus visitantes em todos os canais possíveis.
  2. Instale uma DMP que te dê autonomia e agilidade, tanto na criação de Eventos,  Segmentos quanto na exportação  (indicamos essa daqui :P).
  3.  Organize todos esses eventos em segmentos estratégicos de comunicação  e exporte  para as ferramentas de ativação e mídia  que você confia.
  4. Tente agregar valor em todos os touch points com os visitantes.
  5. Tenha uma comunicação mais clara e pessoal o possível (por favor, não fique panfletando a internet com sua marca a qualquer custo, se você quer rasgar dinheiro eu to aceitando).
  6. Acompanhe as métricas em cada segmento (volume principalmente).
  7. Encontre os seus visitantes por toda a internet; e agora converse com eles de maneira inteligente.
  8. Transforme isso em um ciclo, e pronto  aqui nasce uma maquininha de leads.

Enfim, na teoria é tudo muito lindo, mas no começo da trabalho mesmo, porém é o que gera resultado e depois fica automático. Não precisa ser um gênio da física para entender que essa não é a única aplicação de uma DMP, aguarde mais artigos, “geniais” 😉

Tudo isso graças a uma simples decisão que deve ser tomada diariamente: Deixe os dados falarem mais alto.

Quer agendar uma conversa com nossos especialistas, para entender se sua empresa tem fit para estratégias como essa? Se Einstein estivesse vivo ele clicaria nesse link aqui.

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João Bruno Soares
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